Quando os políticos, na sua avassaladora maioria, nos acenam em actos eleitorais ou outros de cariz patriótico com propostas mirabolantes na mira do nos conquistarem o voto (ou a confiança) para virem a ser nossos governantes, já sabem de antemão que (quase) tudo que nos propõem é mentira e que, conseguido o almejado poleiro o que vão fazer é governar-se em parceria com as suas excelentíssimas clientelas. Portanto, o inverso daquilo que nos oferecem!
As regras deste jogo estão viciadas. E sujas. Os partidos políticos fazem pela vida... deles. Em Portugal não passam de meras agências de emprego para os seus membros, dos familiares, dos amigos e amantes. Quem neles vota só serve de ponte e veículo que os há-de transportar ao paraíso desejado. Lá chegados, atiram-se que nem gato a bofe à destruição dos valores materiais e morais de quem lhes concedeu a passagem. E passam a olhar, com revoltante desprezo, para quem os colocou onde estão. A paga é miserável. O poder já lhes pertence; o poder avilta as pessoas.
Dentro dos próprios partidos as disputas pelos lugares de maior relevo e intesse são uma constante luta fratricida, fazendo cada um "tábua rasa" da ética e da honra que devem nortear os comportamentos.
Pedir coerência e respeito pela verdade a um político é pedir-lhe o (para ele) impossível... porque não sabe o que é isso. O Sim e o Não, respeitantes ao mesmo assunto, têm para o político um valor igual. Depende só do momento em que é proferido e do interesse que possa ter para si e ou os seus apaniguados.
A quem interessa os métodos adoptados para a eleição (nomeação) dos deputados? Ao País não é de certeza. Para a Assembleia da República (AR) empregam o método de Hondt; para a formação dos governos funciona "a ditadura da maioria"! Porquê? Ora se o povo, ao votar, manifesta a vontade de quem quer a representá-lo no governo, lógico e transparente seria que uma governação supostamente democrática assentasse em elementos saídos de todos os partidos representados na AR. Fosse pelo método de Hondt , fosse pelo método da proporcionalidade. Assim, como está, não passa de um embuste travestido de coisa séria.
Com os políticos actuais
ResponderEliminarNunca passaremos da cepa torta
São perigosos animais
Só aprenderam o jogo da batota.
Promete para subir ao poleiro
Se esquece depois de lá chegar
Político é um mentiroso brejeiro
Eleito para os outros enganar!
Não tem culpa a política
De a querem degolar
Em qualquer lado ela fica
Bem, com a liberdade a morar?
Nem mais AMIGO VELOSO!
ResponderEliminarOH...Como eu gostaria de estar amanhã nas ruas de Lisboa, não com a MG42 porque já não posso com ela, mas sim com o meu cartaz «Limpeza geral na AR precisa-se»! Enquanto não houver a coragem de alterar todas as leis que os protegem, nada mudará positivamente!
É a minha maneira de ver o futuro de Portugal e dos portugueses.
Nada de violência
ResponderEliminarAmigo António Páscoa
Usa tua inteligência
Não queiras a desgraça!
Precisa duma limpeza
Aquela Assembleia
Está sendo uma ameaça
Para quem trabalha com certeza
Pertence aos portugueses
De certeza a Nação Portuguesa!