POESIA SALOIA
Hoje, para
“castigo”, vou despejar aqui para os meus amigo do “Face” e do Cantinho do
Tintinaine (em http://FUZOMOR.blogspot.pt) estas bacoradas, que outra
finalidade não têm que não seja fugir ao ritmo habitual. O que aqui deixo, se
eventualmente se enquadra na vida de alguém em particular, é pura coincidência
e asseguro que é fruto da minha imaginação.
Eu não sou
quem procuravas
E tu não és
quem eu queria.
Muitas vezes
me enganavas
A pensar que
eu não sabia.
===0===
Amei-te sem
ser amado.
Fui feliz,
mas sem saber
Que era
atraiçoado.
Levei tempo a
perceber
A trama em
que caí.
Quero
esquecer-me de ti
E regressar
ao passado
Pra depois
reaparecer
Livre do que
já vivi.
===0===
És bonita só
por fora.
Por dentro és
muito feia…
Encantas quem
te namora
Com teus
gestos de sereia.
Nas acções és
muito má,
Não te
importas de quem vá
Infeliz daqui
embora
Nem te comove
essa ideia.
===0===
Se quem colhe
o que semeia
Seja ao
almoço ou à ceia
Há-de comê-lo
um dia.
E não é com
melodia
De encantar
os passarinhos
Que o tempo
remedeia.
Quem não fez
o que devia
Não pode
esperar miminhos…
===0===
E quando
fores já velhinha
Sem o fulgor
doutros tempos
Vais ver que
“aquela rainha”
Que espalhava
pelos ventos
O perfume dum
sorriso
Julgando que
o paraíso
Nunca mais
acabaria,
Vai ser a
desgraçadinha
Que mesmo com
seus lamentos
- Porque não
teve juízo –
Está a colher
o que merecia!
Continuo a achar que está aí um grande poeta desaproveitado!
ResponderEliminarGostei amigo Veloso.
ResponderEliminarMuita saúde para poder escrever mais destas ou percidas.
Forte abraço
Tua bela poesia saloia
ResponderEliminarAmigo Albertino Veloso, li
Dos políticos não vem coisa boa
Por ser verdade a dizê-lo estou aqui.
É tão bela a liberdade
Pelos políticos, agora não respeitada
Governam sem personalidade
Com as leis da trapalhada.
Em Belém, aprovadas
À revelia e à sorte
Por mentes desesperadas
Empurrando o povo para a morte.
Andei à procura do mote
Para responder à sua poesia
A olhar para o norte
Em São Bento, vive a maioria.
Já cheira a eleições
Falam os barões do governo
Sempre os mesmos aldrabões
Para continuarem no poleiro
Baixar impostos, a pensar nos milhões.
Até aqui não haviam almofadas
Só haviam travessões
Nestas difíceis caminhadas
Continuaremos aos trambolhões.
Este governo cabeçudo
Mais teimoso do que uma porta
É de todos o mais casmurro
Para a rua sem demora!
Bom fim de semana e um abraço
para você, amigo Albertino Veloso.
Eduardo.
Gostei, como aliás tem acontecido sempre que aqui nos vai presenteando com textos fabulosos, que tenha muita saúde para nos continuar a oferecer estas delicias.
ResponderEliminarUm abraço
Virgílio
Gosto de poesia, leio poesia, mas não penso nela para a escrita, embora saiba que é um dos exercícios cerebrais, fundamentais para uma mente ativa! Continue amigo Veloso.
ResponderEliminarCá vai o meu abraço