CAÇADA AOS PARASITAS
Já que o
nosso amigo Carlos (Tintinaine) me lançou o desafio, agora que me ature, pois
que as balas que eu tenho para disparar as vou pondo cá para fora em atenção a
ele. Bem, convém deixar aqui um parêntesis para dizer que eu tenho absoluta
liberdade para me exprimir da forma que me apetecer (que pode ser em forma de
pseudo poesia e sem beliscar a honra seja de quem for) e ele, Carlos, tem toda
a legitimidade para me mandar dar “volta à conversa” e ir rimar para outro
lado. Enquanto ele se mantiver calado falo eu e para começar aí vai disto:
Anda pulga no meu colchão,
Sai daí pulga atrevida!
Só à custa de canhão
É qu’eu te tirava a vida.
Vá eu p’ra onde for
Não me largas, queres é sugar…
Não me deixas descansar
Arre, porra, que estupor!!!
Tomaste o gosto e agora
Quando queres já não hesitas.
Sai daí pulga, vai-te embora!
Estou farto de parasitas.
====oOo===
Coelho à solta é perigoso,
Fechado, só com firmes Portas
À caçador é que sabe bem,
Se aromático e apetitoso.
Gosta de andar pelas hortas
Mas foge se ouve alguém…
Covarde e fugidio.
É só ele e mais ninguém
Enquanto o pau vai e vem
Vai-nos comendo as couves.
Tem o instinto bravio
Gostas dele mas não o louves.
Estou roubado e agora velho,
Que fazer? É ir sem demora,
“Gaspar-me” daqui para fora
Montado naquele
escaravelho.
===oOo===
E agora,
para fechar, esta é para mim, que também tenho direito:
Quem te disse qu’eras poeta
Bem te fodeu e agora
Pira-te daqui para fora
Sem perda de tempo ó pateta!
Muito bem, e por falar em caça, o tiro foi certeiro.
ResponderEliminarCumprimentos.
Passou no teste com distinção!
ResponderEliminarPode continuar que eu cá estarei para lhe dar ânimo quando sentir que se está a ir abaixo das canetas.
Um abraço!